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TC.F Informação

A Ilha Graciosa está aqui!

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14
Set10

1º Concurso de Bandas Filarmónicas!!!

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Primeiro Festival de Bandas Filarmonia este fim-de-semana no Coliseu Micaelense com a participação de oito bandas da ilha de São Miguel, que concorrem ao nível 1 e nível 2 das respectivas categorias.


Banda Lealdade

Maestro Carmino Melo

A banda Lealdade tomou São Miguel como patrono e fez do escudo "Quis sicut Deus?, o seu emblema. Convém realçar que a estreia pública da banda aconteceu no dia 12 de Maio de 1867, ou seja, no Domingo a seguir a 8 de Maio, que corresponde à data da aparição de São Miguel em Itália, onde se venera no maior santuário dedicado àquele Arcanjo, no Mundo.
De 1867 até agora, a " Lealdade" tem desempenhado um importante papel cultural em todo o concelho de Vila Franca. Durante muitos anos, despertou paixões, congregou vontades e teve sempre o seu lugar, ao lado de tantas outras que fizeram e fazem o eco de uma história que merece referência. Rivalizou e rivaliza, saudavelmente, com a centenária "União Progressista". Conheceu os curtos tempos da "Lira dos Camponeses" da Ribeira Seca. Viu nascer a " Lira do Sul de Ponta Garça", e mais tarde a "Lira da Juventude". Agora, e também em Ponta Garça, a Banda de Nossa Senhora da Piedade.
De acordo com preciosas notas, no início do século XX foi seu principal protector e mentor o Visconde da Palmeira, que hoje ostenta o seu nome numa das ruas de Vila Franca, oferecendo à "Lealdade" sede própria, um novo fardamento e bandeira bordada a ouro.
Um dos seus grandes maestros foi Francisco Botelho Costa, entre 1912 e 1915, que além de solicitador de profissão, era um artista de talentos reconhecidos. Mas, não se pode falar desta banda sem referir Francisco Victor Almeida que, por falta de executantes, nas crises cíclicas que todas as bandas encontravam, teve a coragem de transformar a "Lealdade" numa fanfarra, com um adequado instrumental vindo de Paris. E, durante muitos anos e até à actualidade há quem carinhosamente lhe chame "Fanfarra Lealdade".
Foi com este maestro e grande amigo do povo de Vila Franca que em 1917 a banda conquistou o 1º prémio no Concurso de filarmónicas realizado em Ponta Delgada.



Foi já em 1953 que a "Lealdade" regressou às origens com um novo instrumental de afinação de filarmónica que ainda hoje mantém, mas falando com muitas pessoas idosas, foi-nos revelada a saudade do timbre agudo e marcial da velha fanfarra que muitos ainda não esquecem.
Actualmente e desde 2004 a banda está á responsabilidade do Sargento Carmino Melo, vilafranquense de gema e que tem demonstrado uma capacidade e exemplo ímpares de competência e dedicação. A banda tem actualmente 40 elementos compreendidos entre os 8 e 81 anos, muitos deles com formação musical do Conservatório e possui uma escola de música com quase dezena e meia de alunos. Possui o Diploma de mérito da Casa de Cultura de Ponta Delgada.


Coração de Jesus

Maestro Carlos Sousa

Foi em 1894 que o Monsenhor Pacheco Vieira e o Sr. José Rebelo fundaram a Filarmónica Sagrado Coração de Jesus, tendo contado com a ajuda financeira do Sr. Marquês da Praia e Monforte.
Com 116 anos de vida, esta instituição tem sido a embaixatriz da cultura da Freguesia do Faial da Terra, abrilhantando todos os seus Impérios, festas religiosas e realizando concertos um pouco por toda a ilha, bem como nas restantes Ilhas e no Arquipélago da Madeira. A sua primeira deslocação para fora da Ilha dá-se em 1996, à Ilha de Santa Maria, sendo na altura o maestro, Venâncio Couto. No Ano de 2002, sob a batuta de Laurindo Araújo, a Filarmónica desloca-se à Ilha de São Jorge. Em 2004, de novo sob a direcção de Venâncio Couto esta Instituição desloca-se às festas “Maré de Agosto”, também na ilha de Santa Maria.
Já sob a direcção do actual maestro, Carlos Sousa, a Sociedade Musical Sagrado Coração de Jesus desloca-se à Ilha da Madeira em 2005. Em 2007, foi a vez da Ilha Terceira receber esta Filarmónica, que participou nas “Festas da Praia da Vitória”. Já em 2008, foram contempladas com a visita desta centenária instituição as Ilhas do Faial e Pico. Em 2009 voltou a visitar a Ilha do Pico e já em 2010 regressou à Ilha do Faial para fazer parte do concerto de encerramento da festa “Semana do Mar”.
No ano de 2008, esta instituição tornou-se pioneira na Ilha ao realizar o “I Workshop de Filarmónicas da ilha de São Miguel”, que contou com a presença de 60 elementos de toda a ilha. Já nos anos seguintes, e com o número crescente de executantes, vêm participar no “III Workshop” músicos do Continente Português, abrindo assim os horizontes deste evento para fora da Ilha.
Em 2009 gravou o seu 1º CD, fazendo assim um registo para o futuro do trabalho de vários anos e da persistência de todos quantos por aqui passaram.
Constituída actualmente maioritariamente por jovens, a Sociedade Musical Sagrado Coração de Jesus respira saúde, convívio e boa música.


Fundação Brasileira

Maestro Telmo Borges

A Banda Fundação Brasileira foi fundada em 1863, e é assim umas das bandas mais antigas da região, intitulada na sua fundação “Recreio dos Mosteiros”. O seu fundador, Inácio Câmara, emigrou para o Brasil e junto dos seus amigos e conhecidos conseguiu vários donativos, alterando assim o nome, em sinal de gratidão, para “Protecção Brasileira”. Após o regresso do comendador Ângelo José Dias em 1873, já como presidente, alterou-se a designação para “Fundação Brasileira”, a qual se mantém até aos dias de hoje.
Durante os seus 147 anos de existência teve diversos pontos de interesse e relevo, como é o caso de em 1974 ter sido a primeira banda filarmónica de S. Miguel a deslocar-se aos Estados Unidos da América, repetindo a façanha em 1977. Nessas duas estadias realizou 7 concertos para a comunidade emigrante, que a acolheu com muito agrado e saudosismo. Tendo realizado várias deslocações dentro do arquipéçago Açoriano durante os anos oitenta, visita o continente Português pela primeira vez em 1990, participando no “Dia do Açoriano”, na Costa da Caparica. Em 1992 volta ao continente de modo a realizar um intercâmbio com a banda de Almoçageme, Concelho de Sintra, e apenas dois anos depois visita a Banda de Pevidem, em Guimarães. Vinte anos depois da última visita, em 1997, volta aos Estados Unidos para participar nas Festas do Espírito Santo em Fall River.
Em seis de Dezembro de 1998, participa no Concurso de Filarmónicas de S. Miguel, que decorreu no Teatro Micaelense em Ponta Delgada, concurso esse onde obteve o 1º lugar.
Desde os finais da década de noventa até aos dias de hoje, já teve oportunidade de voltar ao continente Português por mais duas vezes, e realizar mais uma visita aos Estados Unidos da América.
Em Dezembro de 2009 concretizou um concerto de relevo no Coliseu Micaelense, que visou além de demonstrar o trabalho realizado pela banda, homenagear o então maestro, Justino Costa.


Lira do Norte

Maestro Diogo Carvalho

A Sociedade Filarmónica Lira do Norte, mais conhecida por Banda Velha, foi fundada a 19 de Maio de 1867. A sua dinâmica direcção em 13 de Março de 1879 deliberou abrir uma aula de Instrução - Primária, não só para filarmónicos como também para os seus sócios. No mesmo ano, em Julho, aproveitando ela a homenagem ao senhor José Maria Raposo de Amaral, chefe do partido progressista que subira ao poder nessa ocasião, abrilhantando a banda tal festa, que lhe rendeu a oferta dum novo instrumental. Em 1884 o Conde da Praia e de Monforte, dotou a Lira do Norte com novo instrumental e fardamento, arcando ainda com as despesas da renda da sede e do respectivo Regente.
Em Dezembro de 1898 um misterioso e violento incêndio destruiu tudo quanto na sua sede se encontrava. Das mãos do comendador João Lourenço da Silva, seu conterrâneo, recebeu ela em Junho de 1902, a valiosa oferta dum valioso estandarte conseguido também adquirir sede própria.
Anualmente comparticipa do Império da Bandeira do Espírito Santo de Pentecostes, assim como, nos cortejos, procissões e concertos por toda a ilha de São Miguel.



De 1941 desempenhou esta Lira do Norte as funções da Banda da legião Portuguesa do então Distrito de Ponta Delgada, sendo, seu Presidente o Senhor José António de Fraga, importante comerciante da mesma localidade, hoje, Vila de Rabo de Peixe.
A Banda Velha mantêm como tradição, o cantar ás estrelas e a festa em honra de Santa Cecília, padroeira da música e dos músicos.
Esta centenária banda já efectuou as seguintes digressões: Canadá, Estados Unidos da América, Santa Maria, Faial, Pico e ilha da Madeira.
Neste ano, mais precisamente no mês de Junho, a Banda Lira do Norte visitou novamente a ilha de Santa Maria numa viagem que se distinguiu das demais pelo facto dos seus elementos viajarem sem aquilo que mais facilmente identifica o grupo: a farda e os instrumentos. A digressão teve como principais objectivos a promoção de um fim-de-semana diferente, de lazer, para descansar da “maratona” de procissões e concertos realizados ao longo do ano, bem como o de refortalecer o espírito de grupo deste agrupamento constituído maioritariamente por jovens.
A Banda Velha procura melhorar de forma contínua o seu nível artístico e tem por objectivos a aquisição de novos instrumentos, assim como a realização de uma digressão no ano de 2011.


Lira do Rosário

Maestro Duarte Alves

A Sociedade Filarmónica “ Lira do Rosário “ foi fundada a 20 de Abril de 1920, pelo Padre João Furtado Pacheco, coadjuvado por Luís Soares de Macedo. A Filarmónica fez a sua primeira actuação em Julho do mesmo ano, nas Festas do Sagrado Coração de Jesus, sendo na altura composta por 25 elementos. Foi seu primeiro regente, António Jacinto da Câmara e Silva. Mais tarde, e durante 45 anos foi regente da Filarmónica, António Moniz Barreto, também compositor e artista de fina sensibilidade.
A sua profissão de Caiador e o prestígio musical e cultural da sua pessoa, trouxeram à organização da Filarmónica o nome popular de “ Banda do Caiador “.
Em Abril de 1941 foram elaborados os Estatutos da Sociedade, tendo sido aprovados em Junho do mesmo ano, pelo Governador Civil de então, Capitão de Cavalaria Rafael Sérgio Vieira. Eram membros da Direcção e proponentes dos Estatutos: Guilherme Fragoso de Sousa, António Velho Tavares Canário, Luís Soares de Macedo, José Augusto Soares, Clemente Fragoso de Sousa, João Pedro e Borges e João Gualberto Borges Arruda. Actualmente, a Filarmónica é composta por 45 músicos, 3 porta-estandartes e 11 elementos da Direcção. Nos seus 90 anos de existência a Sociedade Filarmónica tem contribuído para a formação musical de centenas de jovens. A sua escola de Música funciona todos os anos no período que vai de Novembro a fins de Maio, mas continuando ininterruptamente na formação e melhoramento a nível musical dos seus músicos. Do historial da Filarmónica consta a sua deslocação, por duas vezes ás ilhas de Santa Maria e Pico e por uma vez ás ilhas do Faial, Terceira e Madeira, duas vez aos Estados Unidos da América e Canadá. Na sua última deslocação ao Canadá, a Filarmónica gravou um CD intitulado “ Ao Encontro da Diáspora “ tendo em vista agraciar toda a comunidade Açoriana radicada nos Estados Unidos e Canadá.
De salientar em 2004 o inicio de um intercâmbio de bandas efectuado com a nossa conterrânea Banda do Circulo de Cultura Musical Bombarralense. Este intercâmbio fez se enaltecer pelos grandes laços de Amizade criados pelos músicos e Direcção bem como pela troca de ideias e culturas.
A Sociedade Filarmónica “ Lira do Rosário “ foi declarada Instituição de Utilidade Pública, por despacho do Senhor Presidente do Governo Regional a 20 de Maio de 1999 e publicado no Jornal Oficial número 22, II série de 1 de Junho de 1999.
A principal actividade da Sociedade tem sido a manutenção e melhoramento da sua Filarmónica que é também o seu orgulho.


Lira Estrela

Maestro Pedro Pimentel

A Lira Nossa Senhora da Estrela tem o seu início de actividade em Agosto de 1985, mas a preparação desta actividade remonta ao ano de 1982, quando é contratado o monitor Tiago Fernandes, elemento da Banda Militar dos Açores. Esta escola de música contava com cerca de sessenta alunos. Em 1984, e já sob a tutela de um outro elemento da Banda Militar, Manuel Pimentel, dá-se um reenício desta escola de música que haveria de culminar na apresentação da intitulada Banda Lira Nossa Senhora da Estrela, designação esta que é decidida em Dezembro de 1984, pela Comissão Organizadora da Casa do Povo de Candelária. Em Outubro de 1985 dá-se a aprovação dos estatutos da Filarmónica, considerada “Sociedade”, e em Setembro de 1986 é entregue um novo instrumental, oferecido pela Presidência do Governo Regional dos Açores, e entregue pelo seu respectivo presidente – Dr. João Bosco Mota Amaral. Em Julho de 1988 esta banda participa no Concurso de Filarmónicas realizado pela Câmara Municipal de Vila Franca do Campo.
Após adquirir duas facções de terreno, é apresentado em Julho de 1989 o projecto da Sede Social, elaborado por Alberto dos Reis Leça, e que tem início de construção em Janeiro de 1997.



Esta Filarmónica tem realizado viagens e intercâmbios que integram todo o arquipélago Açoriano, a Madeira, o continente Português e os Estados Unidos da América. Tem ainda realizado várias acções de formação ao nível das bandas filarmónicas, como o estágio de aperfeiçoamento ministrado pelo conceituado maestro espanhol José Ignacio Petit, numa parceria com a empresa Cardoso & Conceição, e o Workshop de Instrumentos de Sopro e Percussão.
Desde Setembro de 2008 que é dirigida pelo colaborador de longa data, Pedro Pimentel.


Marcial Troféu

Maestro Hugo Araújo

Aos 14 dias do mês de Abril do ano de 1912, a Banda Marcial Troféu fez a sua primeira apresentação pública, ao incorporar-se na procissão do Sagrado Viático aos Enfermos que naquele ano se realizou na Vila da Povoação. Volvidos que foram cerca de seis meses, a 26 de Setembro daquele mesmo ano, foram elaborados os primeiros estatutos, que, a 23 de Outubro de 1912 viriam a merecer a aprovação do então Governo Civil de Ponta Delgada, com o nome que hoje detém Sociedade Filarmónica Marcial Troféu. A denominação adoptada foi a mesma de uma primitiva banda que existiu nesta vila por volta do ano de 1860.
No ano seguinte ao da sua constituição, a 20 de Julho, foram instalados os seus primeiros órgãos sociais. A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu é uma associação aberta à sociedade onde está inserida, possibilitando a todos, de uma forma indiscriminada, mas dentro dos princípios definidos pelos seus estatutos, a participação livre e democrática nas suas actividades e nos seus corpos sociais.



A sociedade, fruto do reconhecimento pelos relevantes serviços prestados ao concelho, tem hoje um edifício sede, sito na Rua Padre Ernesto Jacinto Raposo desta Vila, edifício este construído e doado pela Câmara Municipal da Povoação, conforme escritura de doação lavrada a 23 de Julho de 1995.
Desde a sua fundação, a Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem vindo a prosseguir os fins estatutários para que foi fundada, participando nas festas e solenidades públicas do concelho da Povoação e de fora deste. Durante muitos anos, sempre que solicitada, esta Sociedade Filarmónica fez e faz animação de Verão, para além dos habituais concertos por ocasião das festas religiosas. Apreciada pelas suas actuações a Sociedade Filarmónica Marcial Troféu tem recebido e aceite vários convites para actuar nalgumas ilhas dos Açores, nas nossas comunidades de emigrantes nos Estados Unidos da América e do Canadá, bem como no continente português.
A Sociedade Filarmónica Marcial Troféu promove anualmente uma escola de música, com uma frequência que varia entre os 15 e os 20 instruendos, assegurando assim uma sã ocupação dos tempos livres da juventude da Povoação.


Senhora das Neves

Maestro Hélio Soares

A Filarmónica Nossa Senhora das Neves foi fundada a 1 de Janeiro de 1866, tendo adoptado o nome da padroeira da sua freguesia. Realizou a sua primeira actuação no mesmo ano, a 9 de Outubro. Com o apoio de, entre outros, a família Raposo do Amaral viveu com algum desafogo durante vários anos. Extinto este amparo, a Banda entrou num período de decadência. Com o esforço de muitas gerações de dirigentes e músicos dedicados, manteve-se sempre em actividade. Deste modo, vem dinamizando a cultura da sua comunidade e formando musicalmente os jovens relvenses há mais de 140 anos. Têm sido inúmeras as suas participações em procissões, coroações e concertos, ligeiros ou mais eruditos. Salientam-se, por exemplo, as actuações nos grandes festivais de Bandas de Música dos Fenais da Luz em 1995, 1997 e 1999, a Comemoração do Dia da Mundial da Música no Conservatório Regional de Ponta Delgada e os seus Concertos de Aniversário.
Teve como maestros Manuel Inácio Brasil, Guilherme Tavares de Bastos, Augusto Baptista, Carlos Manuel Simões, Sargento Bastos, Alberto Narciso Ribeiro, Alberto de Chaves, João Ferreira dos Santos, José Germano Carreiro, Ernesto Medeiros, Manuel Medeiros e João de Almeida. Actualmente, é dirigida por Hélio Soares.



Realizou a sua primeira digressão em Agosto de 1992 com destino à ilha de Santa Maria, tendo-se deslocado, desde esta altura, à ilha Terceira, ao Continente Português, aos Estados Unidos da América e ao Canadá.
A 8 de Dezembro de 2000, concretiza um sonho muito antigo: após inúmeros sacrifícios, dedicação, empenho e determinação, a Filarmónica finalmente consegue inaugurar a sua sede.
Nos últimos anos, a banda tem vindo a sofrer uma evolução muito significativa em termos de qualidade, quer do instrumental e repertório, quer dos próprios instrumentistas.

por: Jorge Santos, em acores.rtp.pt